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empréstimos

Nos primitivos tempos dos hebreus era dever religioso emprestar ao pobre, e de maneira nenhuma se devia cobrar juro por isso (Êx 22.25 – Lv 25.35,37 – Dt 15.3,7 a 10 – 23.19,20). Com o desenvolvimento do comércio foi introduzido o princípio do juro, mas o espírito original da lei teve a aprovação de Cristo (Mt 5.42 – 25.27 – Lc 6.35 – 19.23). Rígidas precauções eram contidas na Lei de Moisés contra o duro tratamento para com os devedores (Êx 22.26 – Dt 24.6,10,11,17). Um devedor hebreu não podia ser conservado como escravo por mais tempo do que o sétimo ano (ou ano sabático), e nunca para época mais afastada do que o ano do jubileu (Êx 21.2 – Lv 25.39,42 – Dt 15.9). Esta provisão não se aplicava aos estrangeiros, que viviam entre os hebreus, e eram presos por dívidas (Lv 25.46 – 2 Rs 4.2 – is 50.1 – 52.3). Em tempos posteriores o devedor estava sujeito a prisão até pagar toda a dívida (Mt 5.26).