Descreve-se em Lv 2e em 6.14 a 23, o cerimonial respectivo à oferta de manjares. Compunha-se de farinha fina, em que se deitava sal, e era amassada com azeite e incenso, mas sem fermento, sendo isto geralmente acompanhado de uma oferta de vinho. Uma porção dessa massa, incluindo todo o incenso, devia ser queimada sobre o altar como ‘porção memorial’, o resto pertencia ao sacerdote, mas as ofertas de manjares dos próprios sacerdotes deviam ser inteiramente queimadas. Era reconhecida a soberania e a benignidade de Deus, dedicando-se-lhe o melhor dos Seus dons: a farinha, como principal sustento da vida – o azeite, como símbolo de riqueza – e o vinho como símbolo do vigor e da recreação (Sl 104.15). A ausência de fermento e a presença de sal significavam pureza – o incenso santificava aquele especial serviço a Deus. A oferta de manjares fazia parte de várias outras cerimônias, sendo algumas delas de uma importância ainda mais profunda (Êx 29.1,2,40,41 – Lv 6.20 – 8.2 – 14.20 – Nm 6.15 – 8.8 – 28.9,10,11 a 14,20,28 – 29.3 a 16).