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corda

Era usada para segurar tendas, para levar animais, para atrelar bois, cavalos, etc. ao arado ou ao carro, para ligar as mãos dos presos, para armar os arcos das flechas, para formar o cordame de um navio, para medir o chão, para pescar, para fazer laços, para prender os toldos, para com um peso servir de sonda, para com um balde tirar água de um poço, para içar coisas pesadas (Êx 35.18 – Jz 15.13 – Et l.6 – Sl 118.27 – is 5.18 – Jr 38.6). Diversas espécies de cordas mais finas eram feitas de linho (is 19.9). Aquelas cordas, de que Jesus se serviu para manifestar a sua indignação, eram, provavelmente, feitas de vergas (Jo 2.15). Como a barraca de pano era como que uma imagem do corpo humano, as cordas que a seguravam ao chão representavam o princípio da vida (Ec 12.6). Afrouxar, sacudindo a corda, uma metáfora originada no modo de dirigir animais, significava libertar-se da autoridade (Sl 2.3). Como as cordas eram empregadas na medição das terras, a corda ou a linha tornava-se uma expressão de herança (Sl 16.6) – e ‘lançar o cordel’ (Mq 2.5) significava determinar a posse de uma propriedade. Pôr uma corda na cabeça em lugar de toucado era sinal de abjeta submissão (1 Rs 20.31).