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o alimento de origem vegetal é muito mais comum entre os orientais, do que o de origem animal. Em lugar de manteiga, banha de porco, e gordura, fazem uso do azeite. Uma sopa de favas e lentilhas, temperada com alho e azeite, é um prato favorito. ovos, mel, leite, e especialmente o leite azedo, e os diversos produtos das hortas, fornecem os principais elementos para as refeições no oriente. o prato mais comum consta de arroz cozido com carne, feito à maneira de sopa, dando-se-lhe uma cor azul, vermelha ou amarela. o alimento animal era reservado, o mais possível, para ocasiões especiais (Gn 18.7 – Lc 15.23). Certos animais provenientes da caça, bem como a vaca, o novilho, a ovelha e o cabrito são carnes apreciadas no oriente. É costume servir em uma só refeição o animal por inteiro. o peixe é um gênero de alimento muito estimado. Entre os egípcios os alimentos mais em uso são os melões, os pepinos, as cebolas, a chicória, as beldroegas, os rabanetes, as cenouras, os alhos e os alhos porros. o leite de cabra entra em grande parte nas refeições do oriente desde o princípio de abril até setembro, e o de vaca durante os outros meses. A carne assada é quase limitada às refeições das pessoas ricas. os hebreus comiam grandes quantidades de pão. Algumas vezes também se comiam as espigas verdes de trigo, sendo esfregadas com as mãos (Lv 23.14 – Dt 23.25 – 2 Rs 4.42 – Mt 12.1 – Lc 6.1). Todavia, eram com mais freqüência tostados os grãos ao lume numa caçarola (Lv 2.14), e comidos como trigo seco. Era comum esta espécie de alimento entre trabalhadores do campo (Lv 23.14 – Rt 2.14 – 1 Sm 17.17 – 25.18 – 2 Sm 17.28). Algumas vezes era pisado o grão, e seco ao sol – então se comia, ou temperado com azeite, ou transformada a massa num bolo mole (Lv 2.14,15,16 – Nm 15.20 – 2 Sm 17.19 – Ne 10.37 – Ez 44.30). A fruta que servia de alimento eram os figos secos, e na forma de bolos (1 Sm 25. 18) – as uvas em estado de passas (1 Cr 12.40), mas algumas vezes servidas dentro de bolos (2 Sm 6.19) – as romãs (Ct 8.2 – Ag 2.19) – as avelãs – e as amêndoas (Gn 43.11). os pepinos (Nm 11.5 – is 1.8) e a alface (Êx 12.8 – Nm 9.11) devem ser postos na lista dos vegetais, usados na Palestina, em adição à lista acima referida, como constituindo o sustento dos egípcios. os hebreus deitavam na sua comida um grande número de condimentos: o cominho, o endro, o coentro, a hortelã, a arruda, a mostarda, e sal. Era-lhes proibido, sob pena de morte, alimentarem-se de sangue de animais (Lv 3.17 – 7.26 – e 19.26 – Dt 12.16 – 1 Sm 14.32 – Ez 44.7, 15), sobre o fundamento de que o sangue continha o princípio da vida, e devia, por isso, ser oferecido sobre o altar (Lv 17.11 – Dt 12.23). Também não podiam comer aquelas reses que morriam de morte natural (Dt 14.21), ou tivessem sido despedaçadas pelas feras (Êx 22.31), bem como as aves e outros animais, que a Lei considerava impuros (Lv 11, e Dt 14. 4). os cristãos não deviam comer a carne daqueles animais que eles sabiam terem sido oferecidos aos ídolos (At 15.29 – 21.26 – 1 Co 8.1), para que não parecesse isso um ato de idolatria. Mas era-lhes permitido comer a carne, comprada nos mercados públicos, ou que era servida em jantares de festa, não devendo fazer perguntas sobre a proveniência desse alimento (1 Co 10.25 a 27). os convertidos africanos, em nossos dias, são orientados de modo semelhante.

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