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escola

Este termo deriva de uma palavra grega, que primitivamente queria dizer descanso, sendo empregado o tempo do descanso em conferências e discussões – veio, depois, a significar o próprio lugar em que eram feitas essas conferências ou discussões. A palavra escola’ tem esta significação no único lugar em que ela aparece na Escritura. Quando Paulo estava em Éfeso pôde, durante três meses, usar a sinagoga para as suas conferências, mas obrigado a sair dali pela oposição que lhe fizeram, ‘separou os discípulos, passando a discorrer diariamente na escola de Tirano’ (At 19.8 a 10). o uso que Paulo fez da sinagoga em Éfeso sugere-nos que era esse templo o reconhecido lugar da instrução religiosa, ministrada na Palestina, depois do exílio, por um corpo de mestres profissionais, os escribas (*veja esta palavra). Tem-se afirmado, muitas vezes, que nos tempos primitivos uma obra semelhante era dirigida pelas ‘escolas dos profetas’ – mas esta frase realmente não se encontra, e não há prova alguma de que os ‘discípulos dos profetas’ se entregassem à educação. Havendo no A.T. muitas referências à ‘instrução’ e aos ‘mestres’, não se encontram vestígios de escolas para crianças. o que parece é que a casa judaica era a escola, sendo os pais os instrutores.