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1 Tessalonicenses Capítulos

1 Tessalonicenses

É um dos vinte e sete livros que constituem o Novo Testamento cristão. Da mesma forma, é uma das treze epístolas atribuídas, por tradição, a Paulo de Tarso, uma das sete menores e, como a primeira cronologicamente de todas elas, a maior e a menor, candidata a ser considerada a obra inaugural do cristão. literatura. Como o próprio nome indica, é uma epístola dirigida à comunidade cristã de Tessalônica e é dita primeiro porque há também uma segunda carta no cânon bíblico, dirigida a esta mesma comunidade. Por seu tema, pode ser considerada uma obra de escatologia cristã, sem prejuízo do fato de conter também uma exortação moral e uma extensa nota biográfica, que ocupa metade da carta e onde Paulo enrola lembranças de sua pregação.

Livro de 1 Tessalonicenses
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Quem foram os primeiros tessalonicenses?

Thessaloniki, a capital da província romana da Macedônia, era um importante porto do mar Egeu. Pablo chegou a essa cidade no ano 50, durante sua segunda viagem missionária. Lá ele fundou uma comunidade cristã, composta em sua maioria por pagãos convertidos à fé. Mas sua estada em Tessalônica foi muito breve, pois devido à oposição dos judeus ele teve que deixar a cidade às pressas (Atos 17,1-15). Ao sair, a comunidade ficou sozinha em meio à perseguição e com formação religiosa insuficiente.

Preocupado com o destino dos cristãos, Paulo enviou Timóteo de Atenas a eles. Ao retornar, trouxe ao Apóstolo uma notícia muito animadora: a comunidade permaneceu firme na fé e lembrou-se de Paulo com afeto. No entanto, alguns aguardaram ansiosamente a vinda do Senhor e se recusaram a trabalhar, resultando em um fardo para seus irmãos. Outros ficaram preocupados, presumindo erroneamente que os cristãos que já haviam morrido não estariam presentes quando o Senhor viesse.

Para responder a essas inquietações, Paulo escreveu logo após sua chegada a Corinto, no início do ano 51, seu PRIMEIRO DOS TESSALÔNIOS: a leitura desta Carta, assim como da Segunda aos Tessalonicenses, pressupõe certa familiaridade com o estilo “Apocalíptico”, carregado de imagens e símbolos, que os profetas e escritores judeus usavam para anunciar a chegada do “Dia do Senhor”.